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Bernardo P. Carvalho

Aos 5 anos, ofereceram-lhe o disco do Jardim Jaleco e nunca mais voltou a ser o mesmo. 

Terá sido por essa altura que começou a subir à prateleira do pai para ler todos os livros de banda desenhada que encontrava.

Aos 10 anos atropelou uma velhota quando ia lançado na sua bicicleta amarela e esta recordação, assim como os remorsos e a culpa, nunca mais o largaram.

Aos 16 anos conheceu a Isabel e a Madalena que lhe deram a conhecer as vicissitudes de uma vida intelectual.

Aos 17 anos, os testes psicotécnicos indicaram “92% ar livre”. 

Aos 19 anos, entrou para o Curso de Design de Comunicação da Faculdade de Belas Artes de Lisboa. A certa altura resolveu sair (os testes psicotécnicos tinham razão).

Por essa altura fez o Curso de Desenho na Sociedade de Belas Artes.

Aos 22 anos entregava empadas em cafés numa carrinha. Quem o conheça não terá dificuldade em adivinhar a causa do despedimento (“esmagamento e furto de empadas” constava no processo). Foi assim que começou a sua carreira de desenhador.

Em 1999, fundou o Planeta Tangerina.

Desde então ganhou vários prémios: 

BolognaRagazzi Awards (Non-fiction, 2019 / Opera Prima, 2015); Gustav Heinemann Peace Prize (Germany, 2017); Menção Honrosa no “Best Book Design From All Over the World” da Leipzig Foundation; “Melhor álbum ilustrado” no Deutscher Jungendliteraturpreis (2017), “Melhor Livro Editado” no CJ Picture Book Festival da Coreia; Prémio Nacional de Ilustração 2009; “Melhor Livro” Banco del Libro (Venezuela); Nomeação para a Lista de Honra do IBBY.

Os seus livros estão publicados em mais de 25 países.

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