Ficha Técnica

144 páginas / 165 x 230 mm
ISBN: 9789898145451 / PVP: 14€
1.ª Edição: junho 2012
4.ª Reimpressão: julho 2017

© Rights sold: Brazilian Portuguese

O caderno vermelho da rapariga karateca

N não é uma menina, é karateca.

N tem 14 anos, quase 15, e o seu maior sonho é ser cinturão negro e beijar o Raul.

N gosta de escrever, mas prefere lutar com o Raul.
(Escrever é uma seca.)

Isto não é um diário. Não tem chave, não tem segredos.
(Sim, tem segredos.) Também tem vontade própria, páginas movediças, palavras como «diarreia» e «romântico» e personagens como a bruxa má que quer aprender a ser boa e a mosca que não sabia quem era.

Isto é o caderno vermelho da rapariga karateca. O objeto preferido de N, 
um animal de estimação, uma personagem, uma pessoa de verdade.
(O que é a verdade?)

O caderno vermelho da rapariga karateca é a primeira obra de Ana Pessoa e venceu 
a última edição do prémio Branquinho da Fonseca – Expresso/Gulbenkian, 
na modalidade Juvenil. Com este título, o Planeta Tangerina inaugura a coleção 
para leitores mais crescidos Dois passos e um salto.

 

Este livro pertence à coleção 2 Passos e 1 Salto.

PVP: 14€*

12,60
* O preço final inclui 10% de desconto do editor

Prémios e Menções

Altamente Recomendável — Categoria “Literatura em Língua Portuguesa”, FNLIJ (Brasil, 2015)

Vencedor — Categoria Juvenil, Prémio Branquinho da Fonseca, Expresso/Gulbenkian (2011)

Aconselhado — Plano Nacional de Leitura

O que se diz

A convite da Fundação Calouste Gulbenkian já integrei várias vezes o júri do Prémio Branquinho da Fonseca (…). Em 2011 saltou-me à vista O Caderno Vermelho da Rapariga Karateca. Fresco, despretensioso, divertido, com ritmo e com graça, lê-se com agrado e anuncia uma jovem escritora que se inicia como quem é capaz de erguer um projeto pessoal. Ser um dos elementos do júri que atribuiu a este livro o Prémio Branquinho da Fonseca foi um prazer. E é uma alegria vê-lo agora publicado pela editora Planeta Tangerina.

Ana Maria Magalhães

Ana Pessoa conseguiu criar uma obra de ironia cativante, com o seu ritmo despretensioso e inesperada graça autobiográfica, entre o diário e a crónica, mordaz e cómica, fervilhando personalidade, em transições complexas e equilibradas, desconcertantes, profundas, leves e tolas, nas doses corretas de credibilidade. Árdua tarefa a do escritor que escreve para adolescentes: ser genuíno escrevendo numa primeira pessoa de um “tempo em que já mas ainda não”, sem facilitismos e estereótipos desgastados. O trabalho de ilustração com uma paleta mínima, de Bernardo Carvalho, acompanha e ampara, revela e oculta, balança e retoma, conferindo solidez e respiração às emoções que do texto emanam.
Paula Pina, blog Cria Cria

O caderno vermelho da rapariga karateca é um livro sobre N, uma menina – opa, menina, não, karateca! – que compra um caderno e decide anotar nele seus pensamentos e observações. É de encher a cabeça, o coração e os olhos.
Isabela Noronha, site Garatujas fantásticas, maio 2013