Livros
Ir e Vir
Na Terra, não somos os únicos a percorrer grandes distâncias. Tal como nós, muitas aves, peixes e mamíferos deslocam-se centenas de quilómetros, em busca de alimento, terras amenas ou de um bom lugar para ter as suas crias. Estes viajantes incríveis deixam-nos espantados com as distâncias que percorrem, mas não só. Há mais qualquer coisa no modo como viajam que nos pode fazer abrandar e pensar...
Um Livro para Todos os Dias
Cada manhã traz-nos sempre um dia por estrear, um dia por abrir, um dia por desembrulhar… Mais tarde, quando fazemos o balanço dos dias, encontramos dias para todos os gostos, desde aqueles verdadeiramente memoráveis, aos que passam por nós quase sem darmos por eles.
Para Onde Vamos Quando Desaparecemos?
À parte algumas exceções, ninguém consegue responder com certeza absoluta à pergunta que dá título a este livro.
"Para onde vamos quando desaparecemos?" aproveita a ausência de respostas “preto no branco” para lançar novas hipóteses – mais coloridas e poéticas, mais sérias ou disparatadas, conforme o caso... – e assim iluminar um tema inevitavelmente sombrio.
Grande Coisa
O Billy tem um problema (infelizmente bastante comum): é um rapaz extremamente difícil de contentar. O pai esforça-se, mostrando-lhe as coisas mais espantosas do mundo, mas o Billy a tudo responde com um enfadonho encolher de ombros e um lacónico “Grande Coisa.”
É verdade que os pais podem ter uma paciência infinita – e o pai do Billy parece tê-la – mas, há momentos em que um pai tem mesmo de tomar medidas drásticas.
Como É Que Uma Galinha...
A galinha tem fama de ser uma ave tonta e feia.
Também dizem que não voa e que não canta, que só esgravata e cacareja e faz cocó por todo o lado (e é verdade).
Mas a verdade, verdadinha é contada neste livro...
Todos Fazemos Tudo
“Todos fazemos tudo” prescinde das palavras e funciona como um jogo. Há personagens – homens, mulheres, novos e velhos – e uma grande diversidade de atividades.
Aos leitores caberá fazer as diferentes combinações: virando as páginas é possível trocar as personagens e/ou as atividades e observar como, pelo menos neste livro, não há preconceitos nem ideias feitas. Aqui todos fazemos tudo: avós de prancha de surf debaixo do braço, pais a estender a roupa, mães com jeito para o bricolage, tudo acontece com naturalidade.
Praia-Mar
Um livro de imagens pode ser um objeto estranho. As palavras não estão à vista nas páginas e os leitores, habituados à presença de um texto que os leve pela mão, poderão sentir-se perdidos (um pouco como, quando chegamos a uma praia e procuramos o melhor lugar para nos sentarmos).
Obrigado a Todos!
À medida que crescemos, apercebemo-nos de que não estamos sozinhos.
Uma multidão de pessoas – umas mais próximas, outras mais distantes – cruzam-se no nosso caminho e passam a habitar os nossos dias.
Mães e pais, irmãos e primos, tios e avós… Mas não só.
A família que nos cerca é imensamente maior e dela fazem parte vizinhos, professores, amigos… e até o senhor da mercearia ou o condutor do autocarro que vemos todas as manhãs.
Um Dia, Um Guarda-Chuva…
O destino de muitos guarda-chuvas é perderem o dono.
Felizmente, a sensação de abandono é sempre “sol de pouca dura”, pois os guarda-chuvas perdidos depressa encontram novos proprietários (desesperados e quase sempre encharcados...), que depressa lhes devolvem a utilidade.
Ao guarda-chuva deste livro aconteceu algo parecido: ficou esquecido num autocarro e foi passando de mão em mão, descobrindo novos donos e também novas funções.
Enquanto o Meu Cabelo Crescia
Os cabelos não são um assunto fácil:
Quem os tem lisos, prefere os encaracolados.
Quem os tem escuros, acha os loiros mais bonitos.
Quem os tem curtos, espera que cresçam depressa...
Mila, a cabeleireira deste livro, compreende tudo isto e é capaz de surpreender os clientes com as transformações mais mirabolantes.
Mas há mudanças súbitas que nem todos estamos preparados para aceitar.
E um dia, uma pequena tragédia aconteceu entre as paredes do salão...
Siga a Seta!
Uma cidade repleta de setas, indicações e sentidos obrigatórios.
Um rapaz que vive os seus dias entre setas, nunca ousando (ou sequer pensado) desviar-se do seu rumo.
E uma ideia revolucionária que lhe invade os pensamentos e o faz, certo dia, aventurar-se...
Por isso, atenção, muita atenção: este livro é só para corajosos!
Para todos aqueles que gostam de viajar até lugares inexplorados e não têm grande medo de se perder.
O Livro dos Quintais
Não se assustem os mais supersticiosos: mal abrimos O Livro dos Quintais, damos de caras com um gato preto, daqueles meio vadios que de vez em quando se atravessam no nosso caminho. O gato chama-se Gatuno (só no final do livro vamos perceber porquê) e vive de quintal em quintal, escolhendo o dono e a sombra que mais lhe convém, de acordo com a época do ano e as suas vontades felinas.
Trocoscópio
São 142 peças: triângulos, rectângulos, círculos, semi-círculos e pintinhas.
Em amarelo, verde, encarnado, azul, rosa, laranja, roxo.
Sempre que se combinam ou se sobrepõem, formam novas cores e novas formas.
142 peças, como num jogo, mudando de lugar e de posição à medida que folheamos as páginas: olhamos para um lado e estavam ali, olhamos para o outro e mudaram para acolá...
O Primeiro Gomo da Tangerina
O que faz uma menina de tangerina na mão?
Cheira, prova, experimenta...
O acontecimento é único
(a menina nunca antes provou nada assim)
e, por isso, todos vêm ver.
Será que vai gostar?
Vida fora, não esquecerá este primeiro gomo,
que, diz ela, tem o sabor da primeira vez.
A Manta, Uma História aos Quadradinhos
Nos livros aos quadradinhos, cada quadrado conta um pedaço de uma história.
Neste livro, que não é um livro de banda-desenhada nem nada assim parecido, cada quadradinho (de tecido) tem também uma história para contar.
Há uma manta de retalhos, uma avó com boa memória e muitos netos de ouvido atento. À noite, ao deitar, não são precisos livros: basta à avó olhar a manta e todas as personagens e enredos que lá moram, para a sessão começar...
Depressa, devagar
Podemos não ouvir o seu tiquetaquear, mas a verdade é que os relógios estão ao virar de cada esquina. De manhã ao deitar, são implacáveis a medir o tempo, fazendo-nos correr ou esperar quando menos nos apetece.
Lá fora, o tempo corre de uma maneira; cá dentro de outra.
Nem sempre é fácil estar ao ritmo certo... por isso “depressa” e “devagar” são duas das palavras que este menino ouve mais vezes ao longo do seu dia...
Cá em Casa Somos…
Debaixo do mesmo teto, junta-se uma quantidade considerável de elementos do corpo: cabeças, mãos, pés, ossos, dentes, fios de cabelo ou maminhas.
Este conjunto não cumpre apenas as suas funções anatómicas, mas desencadeia episódios, hábitos e manias, cria alguns problemas... e adora juntar-se em festas.
A história começa com seis cabeças “cada uma a pensar nas suas coisas” e vai sendo contada à medida que são feitas as contagens.
Andar por aí
O rapaz deste livro costuma andar por aí com o seu avô.
Não se trata de um passeio na companhia um do outro, mas de algo bem diferente: o avô vai sempre à frente, entretido com os seus afazeres; o rapaz vai mais atrás, ocupado com tudo que vai encontrando pelo caminho.
Sejam montes de areia, pedras, minhocas ou poças de chuva, para o rapaz tudo é motivo de interesse, motivo de paragem e espanto.
As Duas Estradas
A estrada antiga e a estrada nova.
Dois caminhos possíveis para chegar ao mesmo destino.
Duas viagens quase paralelas, cada uma com as suas peripécias.
Quem andou mais quilómetros?
Quem chegou mais depressa?
Quem encontrou mais surpresas?
Um Dia na Praia
A história começa logo na guarda inicial do livro. Bastam duas cores, duas barras lisas de cor, para nos situarmos no espaço. Depois a ação avança por aí fora, sem tempo ou espaço para “burocracias” (que é como quem diz, para fichas técnicas ou folhas de rosto): há uma história a contar e conta-se; há uma história a nascer e, portanto, há que olhar para ela, como quem assiste a uma cena, sentado no areal da praia.
És Mesmo Tu?
Uma bota que desapareceu misteriosamente deixa dois amigos à conversa. Uma conversa labiríntica que nos deixa quase tontos! Mas as conversas entre amigos são mesmo assim... Cheias de curvas, contracurvas e referências estranhas (que mais ninguém entende!), as conversas entre amigos guardam segredos e muita cumplicidade.
Trava-línguas
Manter o carácter universal e além-fronteiras dos trava-línguas, abrindo as portas à troca de experiências sonoras, é uma das grandes intenções deste livro.
Nele se apresentam um conjunto de trava-línguas nas suas línguas originais – português, espanhol, italiano, francês e inglês – dando-nos a conhecer personagens tão divertidas como a “cabra traga trapos”, o “papa papão” ou os talvez menos soletrados “pauvre petit pêcheur” ou “Paquito que empaca copitas”.
O Meu Vizinho É Um Cão
“O Meu Vizinho é um Cão” conta-nos como a vida de uma menina, que morava num prédio onde “quase nada acontecia”, se transforma com a chegada de novos vizinhos – criaturas animais e à primeira vista bizarras –, que vão afinal mostrar-se simpáticas e disponíveis para estabelecer laços com aqueles que as rodeiam.
Coração de Mãe
Os cardiologistas e outros cientistas fizeram por estes dias uma descoberta que veio espantar o mundo. Ao observarem, ao detalhe, um coração de mãe descobriram que este órgão não é apenas um músculo que bate sem parar... mas sim um lugar mágico onde acontecem as mais extraordinárias das coisas.
Mas como?
O Mundo num Segundo
No tempo de um segundo podem acontecer as coisas mais banais ou, pelo contrário, as mais extraordinárias das coisas. Algumas delas em nada parecem alterar o rumo do mundo, outras serão capazes de provocar pequenas ondas que, por sua vez, desencadeiam novos acontecimentos.
A Grande Invasão
Quando chegaram à Terra eram apenas umas centenas, inofensivos e mais ou menos vagarosos. Depois, aos poucos, foram chegando mais e mais...
Quase sem darmos por isso, ocuparam as nossas ruas, as nossas praças e até os passeios por onde caminhamos. Viraram as nossas cidades de pernas para o ar e fizeram os mesmo às nossas vidas. É que estes invasores são tão simpáticos e confortáveis que já quase não conseguimos viver sem eles...
Quando Eu Nasci
Dizem os especialistas que a descoberta do mundo começa logo na barriga da mãe.
Lá dentro, aconchegados, já ouvimos música, reconhecemos vozes, acompanhamos ao segundo as emoções maternas. Mas é como se todas as descobertas aguardassem por uma confirmação... uma confirmação que chega no dia em que nascemos.
Pê de Pai
Um pai é mesmo uma pessoa muito especial.
Capaz de se dobrar, desdobrar, encolher e esticar… um pai transforma-se, num passe de mágica, nos objetos mais incríveis.
Ou será que nunca repararam nos pais transformados que andam por aí?
Pais-cabides, pais-ambulâncias, pais-aviões, pais-sofás, pais-escadotes, pais-travões…
Basta abrir os olhos e observar.
Uma Mesa É Uma Mesa. Será?
Um dia, à conversa com o avô, a Rosa apercebe-se de algo extraordinário: afinal, uma mesa pode ser muito mais do que uma mesa!




























