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Joana Pardal

Graphic Designer

É alentejana e contribui, desde cedo e com orgulho, para a continuidade do estereótipo — tem o seu quê de lentidão. 

Na escola, antes de saber fazer amigos, era hábito pegar num pauzinho dum ramo e riscar formas na areia do chão. Já em casa, ficava piursa quando lhe trocavam a ordem dos lápis de cor, organizados em degradê — hoje desconfia que esse era o passatempo preferido do pai. Queria ser rapaz porque as meninas eram chatas e mandonas. Com o tempo, percebeu que podia ser uma menina e não ser chata nem mandona.

Descobriu, no curso de Design de Comunicação das Belas-Artes, que gostava mesmo de design e de ilustração. Afligia-se quando pensava que se calhar tinha de escolher um e abdicar do outro. 

Antes do Planeta Tangerina lhe poupar tamanha decisão, a Joana foi ainda uma bauhausler*, durante três meses. Sente-se sempre bem ao relembrar que partilha esse título — embora num contexto completamente diferente — com alguns dos seus heróis, como Marcel Breuer (embora o seu preferido da casa tenha sempre sido Moholy-Nagy!). 

*alguém que estudou na Bauhaus.